"Estou triste contigo" é a frase que lhe vem à cabeça desde que a leu. O coração apertou e o olhar brilhou como se alguma coisa lhe fosse escorrer pelo rosto. Parou. Pensou. Mas nada...
Foi em 2008 que tudo começou. Ela passava despercebida para ele e vice-versa. Impressões e opiniões formaram-se. Eis que do nada, um jantar e uma noite com muito álcool e conversa à mistura conduziu a um novo rumo e a uma nova visão.
A verdade é que de um momento para o outro tudo se tornou na melhor coisa do Mundo (amizade a valer): de manhã a mensagem a dizer "bom dia, meu bem!*", ao intervalo o beijinho e o abraço carinhoso; ao almoço, lá iam ele, maior parte das vezes, só os dois. As horas voavam e o tempo era como se passasse de uma forma incontrolável.
Intervalos lá estavam eles a fumar os seus cigarrinhos, aquando da chegada dele de Lloret, iam atrás do pavilhão, conviviam, riam... No final do dia eles continuavam a falar até ir dormir. Era a verdadeira amizade. O orgulho e o melhor amigo dela, assim como ele sentia o mesmo. Chegou a dizer-lhe "és a minha melhor amiga e a ti não te quero perder". Quando lhe falavam nele, ela sorria de uma maneira inexplicável.
Houve tudo neste turbilhão de vivências: partilha, diálogo, miminhos (orelha), telefonemas, saudades que doíam, apoio, força, esperança... Oh, tanta coisa! Antes dele ir estudar para outro sítio que não aquele, o tempo aproveitou-se. Mas lá está, o tempo é traiçoeiro e voou sem eles darem conta. A rapariga lembra-se como se fosse hoje: estavam os dois sentados à porta do prédio dele, no muro das garagens. Ela tira do bolso um objecto, um pin, com uma fotografia de ambos no Avante. Ele abraçou-a de uma maneira que fê-la sentir a pessoa mais importante, a pessoa que ele não queria perder NUNCA acontecesse o que acontecesse e que ainda não se tinha ido embora, mas já sentia a falta dela.
Todos os Domingos era o momento difícil da semana: ele chegava à sexta e ela ia embora. Mas conseguiam sempre, no último dia do fim-de-semana, estarem um pouquinho juntos, até ele partir. Sem saber, a menina olhava sempre pela janela e via o carro a desaparecer. Agarrada ao telemóvel e com uma dor incontrolável, era como se lhe estivessem a tirar uma peça essencial à vida. Foi duro, porque nos pensamentos, eles acabavam por se perder em recordações óptimas, porém no fundo faziam com que a dor aumentasse.
Depois de "promessas perdidas e escritas no ar" eles perderam-se. Não sabem nada um do outro. Tentam aproveitar quando podem, mas a questão principal é que não se vêem, não falam. Ela sabe que lutou, muitas vezes sozinha, todavia diz que não consegue mais, contudo luta, ainda que subtilmente e de mansinho. Mas mente. Não há um único dia que ela não se lembre dele. Olha para trás e vê tudo a desmoronar. Questiona-se para si mesma: ele esqueceu-se de mim? Não gosta de mim? Sente a minha falta? Contiuará a lembrar-se de mim e da falta que lhe faço?
Talvez não saibam lidar um com o outro neste momento, o que é uma parvoíce, talvez tenham medo de lutar pelo que foram e mostrar que a amizade supera tudo e todos. Não conseguem lutar e não há nenhuma razão lógica. Verdade, desistiram.
Onde está ele agora? Ela não sabe. E ele? Onde está? Na verdade, ela também não sabe. No entanto, "estou triste contigo, mas falamos depois..."
domingo, 26 de junho de 2011
sábado, 11 de junho de 2011
Dei a volta!
Acordo feliz, tu estragas. Estou com energia, tu consegues quebrá-la. Eu desculpo, tu estragas tudo. Estou a curtir e a divertir-me, tu provocas. Hoje, acordei feliz e sei que nem tu, nem ninguém me vai estragar o que estou a sentir e a vontade que tenho de sair daqui. Então e agora? Vais conseguir? Não, perdeste essa capacidade! Sabes/sabem que mais? Dei a volta. Se vais voltar a conseguir? Não! Agora vejo o que realmente é importante e, acredita que, não é de todo, as tuas acções ou actos estúpidos que me demovem. Obrigada pela força que, sem querer me deste! ahah. O plano saiu-te furado! Sabes porquê? "Because Stupid people will always act stupid!" :D
Bota pa BARCELONAAAAA =)
Bota pa BARCELONAAAAA =)
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